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Por Uma Ética que Inclui Todas as Vidas

Manifesto Vegano: Por Uma Ética que Inclui Todas as Vidas Não foi apenas um boi correndo pelas ruas. Foi um corpo tentando sobreviver. Foi o instinto gritando mais alto que o sistema. Quando um animal foge a caminho do abate, ele expõe uma verdade que muitos preferem não enxergar: ninguém quer morrer . Nenhum ser senciente aceita a violência de forma passiva. O medo, a dor e o desejo de viver não são exclusivos da espécie humana. O veganismo nasce dessa constatação simples e incontestável: explorar animais não é necessidade, é escolha . Animais não são produtos Chamam de “cadeia produtiva”, “mercadoria”, “abate humanizado”. Nós chamamos de exploração. A linguagem suaviza, mas não elimina a realidade: vidas são reduzidas a números, peso e lucro. O boi que correu não era um acidente. Ele é a consequência direta de um sistema que transforma indivíduos em coisas e normaliza a violência desde que ela seja lucrativa e legalizada. A violência invisível também é violência A maioria dos animai...

ALERTA AMBIENTAL Invasor e risco à biodiversidade, peixe-leão é capturado pela primeira vez em Noronha

 Em um intervalo inferior a dois meses, o arquipélago de Fernando de Noronha registrou 11 ocorrências de peixes-leão, a mais recente nesta sexta-feira (10).

Considerada invasora, a espécie não tem predadores naturais conhecidos no Brasil e oferece risco à vida marinha do ecossistema local e à saúde humana.

Os dados são do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), que também catalogou uma aparição no país em dezembro do ano passado.

O peixe é endêmico de regiões banhadas pela confluência do oceano Índico com o Pacífico (Indo-Pacífico).

Dos 12 animais registrados em Noronha, de dezembro até agora, oito acabaram capturados, dois deles na sexta.

Outros três foram somente avistados: um na sexta, 1 na quarta (8) e outro em agosto, além de uma suspeita também em agosto.

O peixe-leão possui 18 espinhos no dorso.

Na pele humana, podem inocular um veneno que causa dores, náuseas e até convulsões.

Além disso, tende a causar desequilíbrio no ecossistema local pela falta de predadores.

Ele pode comer outro animal quase do próprio tamanho, se alimentar de 20 pequenos peixes em meia hora e colocar cerca de 30 mil ovos.

Chefe do ICMBio em Fernando de Noronha, a analista ambiental Carla Guaitanele afirmou que os animais capturados estão congelados para serem enviados para pesquisa na UFF (Universidade Federal Fluminense), para que seja identificada a real origem dos peixes.


Foto: Sea Paradise

Pesquisadores estimam que a ocorrência da espécie no oceano Atlântico pode ter tido origem a partir de animais soltos na Flórida (EUA) há pelo menos 30 anos, o que teria resultado numa migração para a região banhada pelo mar do Caribe.

"Tudo ainda é muito incipiente, pois ainda estamos no estágio de investigação, que vai ser mais desenvolvida com a pesquisa", afirmou. "Ainda não dá para saber se o animal já está estabelecido em Noronha, se já se reproduziu, se está apenas de passagem ou se chegou por uma corrente", disse.

A cada aparição do peixe, de acordo com a analista, é feita uma identificação no mapa com o local onde o animal foi registrado.

Se capturado, é feita a medição, pesagem e uma análise da correlação entre os exemplares retirados da natureza.

Conforme Guaitanele, a presença do peixe-leão no país pode trazer um desequilíbrio ambiental.

"Como se trata de uma espécie invasora, os animais locais ainda não sabem como lidar com ela, o que pode causar uma interferência negativa no ecossistema."

"Por isso, pedimos às pessoas que evitem contato com esse tipo de peixe, a não ser aquelas que tenham sido capacitadas para isso", afirmou.

"Pedimos que, se estiverem com equipamento adequado, ao avistarem o animal, façam a captura. Caso contrário, que façam uma marcação."

Segundo a analista, três equipes de mergulhadores já passaram por treinamento do órgão para capturar a espécie em Fernando de Noronha.

No próximo mês, um especialista do Caribe deverá chegar ao Brasil para realizar uma capacitação de nível mais avançado.



Fonte: Tnh1

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