Manifesto Vegano: Por Uma Ética que Inclui Todas as Vidas Não foi apenas um boi correndo pelas ruas. Foi um corpo tentando sobreviver. Foi o instinto gritando mais alto que o sistema. Quando um animal foge a caminho do abate, ele expõe uma verdade que muitos preferem não enxergar: ninguém quer morrer . Nenhum ser senciente aceita a violência de forma passiva. O medo, a dor e o desejo de viver não são exclusivos da espécie humana. O veganismo nasce dessa constatação simples e incontestável: explorar animais não é necessidade, é escolha . Animais não são produtos Chamam de “cadeia produtiva”, “mercadoria”, “abate humanizado”. Nós chamamos de exploração. A linguagem suaviza, mas não elimina a realidade: vidas são reduzidas a números, peso e lucro. O boi que correu não era um acidente. Ele é a consequência direta de um sistema que transforma indivíduos em coisas e normaliza a violência desde que ela seja lucrativa e legalizada. A violência invisível também é violência A maioria dos animai...
O Projeto de Lei 354/15, de autoria do ex-deputado Paulo Ramos (PDT), que prevê a utilização de unidades móveis para proteção animal em todos as cidades do Estado do Rio, foi aprovado em segunda discussão, nesta quinta-feira (18), pelos deputados da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
Tais unidades teriam como finalidade dar suporte à Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente no atendimento de casos de maus-tratos de animais domésticos ou domesticados, silvestres, nativos ou exóticos. O governador Cláudio Castro (PL) tem até 15 dias úteis para sancioná-lo ou vetá-lo.
Pelo texto, as unidades móveis de proteção aos animais poderão ser instaladas em veículos adaptados com recursos operacionalizáveis pela Polícia Civil. As unidades também servirão educar, orientar e investigar possíveis casos de maus tratos.
Para Paulo Ramos, a existência desses equipamentos possibilitá a otimização dos registros de ocorrências de casos de maus tratos, além de fovorecer uma maior integração entre as comunidades e os municípios nas questões de proteção animal.
“Os atos de abuso e de maus-tratos com animais configuram crime ambiental e, portanto, devem ser comunicados à polícia, que registrará a ocorrência, instaurando inquérito. Entretanto esta prática ainda é difícil, devido à alta demanda de ocorrências, que acabam por assoberbar o trabalho nas delegacias de polícia”, afirmou o político.
Alerj aprova projeto de lei que cria unidades móveis de combate aos maus tratos contra animais
Fonte: Diáriodorio

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