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Manifesto Vegano: Por Uma Ética que Inclui Todas as Vidas Não foi apenas um boi correndo pelas ruas. Foi um corpo tentando sobreviver. Foi o instinto gritando mais alto que o sistema. Quando um animal foge a caminho do abate, ele expõe uma verdade que muitos preferem não enxergar: ninguém quer morrer . Nenhum ser senciente aceita a violência de forma passiva. O medo, a dor e o desejo de viver não são exclusivos da espécie humana. O veganismo nasce dessa constatação simples e incontestável: explorar animais não é necessidade, é escolha . Animais não são produtos Chamam de “cadeia produtiva”, “mercadoria”, “abate humanizado”. Nós chamamos de exploração. A linguagem suaviza, mas não elimina a realidade: vidas são reduzidas a números, peso e lucro. O boi que correu não era um acidente. Ele é a consequência direta de um sistema que transforma indivíduos em coisas e normaliza a violência desde que ela seja lucrativa e legalizada. A violência invisível também é violência A maioria dos animai...
Animais são resgatados em meio a incêndio que atinge Parque do Juquery em SP; área tem ouriço, onça-parda, lobo-guará
Onça-parda, lobo-guará, tatu canastra, tamanduá mirim, capivara, cachorro do mato, jararaca, cobra coral, tucano, seriema, veado-campeiro e jaguatirica são apenas algumas das espécies de animais que habitam o Parque Estadual do Juquery, que fica nos municípios de Franco da Rocha e Caieiras, na Grande São Paulo.
Ouriço (à esquerda) foi resgatado durante incêndio no Parque Estadual do Juquery.
Ao lado, cobra também encontrada por veterinários voluntários que foram a Franco da Rocha — Foto: Reprodução/Redes sociais e WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO
Há dois dias, um incêndio, que pode ter sido provocado pela queda de um balão, segundo as autoridades, queima a vegetação do lugar, que é o último remanescente de Cerrado da região metropolitana de São Paulo. Nenhuma pessoa se feriu.
Mas, segundo a Polícia Militar Ambiental, a Coordenadoria Estadual da Operação Corta Fogo e veterinários e biólogos voluntários que estão na região, alguns animais terrestres e aves podem ter morrido queimados pelo fogo.
Embora não haja confirmação sobre mortes, ao menos três foram resgatados: uma preá, uma cobra e um ouriço.
O Corpo de Bombeiros está no local desde domingo (22), quando o incêndio teve início. Nesta segunda-feira (23), equipes permaneciam na região tentando apagar as chamas.
Ao menos uma dela pagou fiança de R$ 3 mil para ser solta e responder ao crime ambiental em liberdade.
Os demais detidos também foram libertados. A Polícia Ambiental estuda a possibilidade de multar os baloeiros em R$ 10 mil cada um por infração ambiental.
Helicóptero da Polícia Militar atuando no combate ao incêndio no Parque Estadual Juquery, em Franco da Rocha, Grande SP — Foto: Reprodução/TV Globo
Veja abaixo o animal que foi resgatado e os que habitam o Parque Estadual do Juquery:
Ouriço
Ouriço é resgatado após incêndio no Parque Estadual do Juquery em vídeo postado na página oficial do órgão — Foto: Reprodução/Redes sociais
O que dizem as autoridades
"É muito triste porque vemos que um evento desse destruiu quase 90% de uma área de conservação que é o Parque Estadual do Juquery", falou ao G1 a capitã Paola Mele, comandante da 1ª Companhia do 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental, responsável por fiscalizar a região.
Doze agentes da Polícia Ambiental estão no local com 12 veterinários e biólogos voluntários para tentar resgatar animais que vivem na região.
"Até agora não há registro de animais mortos, mas só saberemos disso quando os bombeiros apagarem mais chamas e pudermos entrar na mata para tentar encontrar mais bichos que não conseguiram escapar."
"Uma preá foi recolhida e encaminhada para algum abrigo de animais mais perto.
Mas ainda não tenho informação se ela sobreviveu", contou Vladimir Arrais, coordenador estadual da Operação Corta Fogo da Fundação Florestal do Estado, que é vinculada à Secretaria de Infraestrutura e do Meio Ambiente de São Paulo.
Parque Florestal do Juquery após incêndio que queimou vegetação do cerrado — Foto: Divulgação/Polícia Militar Ambiental
Os bichos resgatados poderão ser levados para ao menos quatro locais, segundo as autoridades. Três deles ficam em São Paulo: o Centro de Manejo e Conservação de Fauna Silvestre da Prefeitura, o Centro de Recepção e Triagem de Animais no Parque Ecológico do Tietê, o Departamento de Parques e Áreas Verdes do Parque Anhanguera.
E o Centro de Triagem de Animais Silvestres de Barueri.
"Não estou na mata, tenho uma clínica veterinária na Zona Norte de São Paulo, mas decidi ajudar de algum modo. Então resolvi postar um pedido nas redes sociais para que veterinários voluntários que tratem de animais silvestres se disponibilizassem a ir para o local do incêndio ajudar no resgate e manejo desses bichos", falou a médica veterinária Cátia Vulpini, que está num grupo virtual com cerca de 150 especialistas veterinários.
Parque Estadual do Juquery
Viatura da Polícia Militar Ambiental no Parque Estadual do Juquery — Foto: Divulgação/Polícia Militar Ambiental de SP
O parque foi criado em 1993, com o objetivo de conservar mata nativa e áreas de mananciais do Sistema Cantareira.
Além do Cerrado, o parque de dois mil hectares também abriga remanescentes de Mata Atlântica.
A principal atração é o "Ovo do Pato", um mirante que fica a 942 metros de altura. De lá, é possível avistar a seriema, ave típica do Cerrado que é símbolo do parque.
O nome do parque foi dado em homenagem a uma planta que os indígenas encontravam em abundância às margens dos rios: a Yu-Kery, da qual extraíam sal para temperar alimentos.
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