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Dermatite em Pets: Como o Calor Afeta a Pele do Seu Cão

Alerta de Verão: Por que o calor pode ser o maior inimigo da pele do seu pet? Com as temperaturas a subir, a nossa preocupação costuma focar-se na hidratação e no passeio em horários frescos. Mas sabia que o calor e a humidade são a combinação "perfeita" para o aparecimento de doenças de pele? Recentemente, especialistas alertaram para o aumento significativo de casos de dermatite em cães e gatos durante os meses mais quentes. Segundo a veterinária Carla Perissé, especialista em dermatologia, o ambiente quente e húmido favorece a proliferação de microrganismos que atacam a saúde cutânea dos nossos melhores amigos. Os Vilões do Verão Não é apenas o sol forte que incomoda. A junção do calor com a humidade cria o cenário ideal para: Sarnas e Micoses: Fungos e ácaros reproduzem-se mais rapidamente. DAPP (Dermatite Alérgica à Picada de Pulga): O calor acelera o ciclo de vida das pulgas, aumentando o risco de picadas e reações alérgicas severas. Proliferação Bacteriana: O suor ...

Abandono de animais é crime? Entenda a lei



Abandono de animais é crime no Brasil segundo lei de maus tratos


Abandono de animais é crime? Entenda a lei

O abandono de cães e gatos deixou de ser apenas um problema moral para se tornar uma questão legal, sanitária e de segurança pública. Hoje, no Brasil, abandonar um animal não é apenas um ato de irresponsabilidade é crime previsto em lei, sujeito a multa e prisão.

Apesar disso, milhares de animais continuam sendo descartados diariamente em ruas, estradas e terrenos baldios. O que mostra que o problema não está apenas na existência da lei, mas na falta de informação, prevenção e conscientização.

É justamente nesse ponto que atua o trabalho da Projeto Uivos e Miados: educar antes que o abandono aconteça.

O que diz a lei sobre abandono de animais

A legislação brasileira considera abandono uma forma de maus-tratos.
Isso significa que não é necessário haver agressão física deixar o animal sem cuidados já configura crime.

O tutor pode ser responsabilizado quando:

  • muda de casa e deixa o animal para trás

  • solta o animal na rua propositalmente

  • entrega para terceiros sem garantir proteção

  • deixa sem alimentação, água ou abrigo

  • abandona em clínicas, pet shops ou praças

A pena pode incluir:

  • detenção

  • mais

  • perda da guarda do animal

  • proibição de ter novos animais

Ou seja: o animal não é mais tratado como objeto, mas como ser senciente protegido por lei.

Por que ainda existe tanto abandono?

A maioria das pessoas imagina que o abandono acontece por crueldade direta.
Na prática, ele ocorre por despreparo.

Motivos mais comuns:

  • crescimento do animal além do esperado

  • custos veterinários

  • comportamento natural (latir, arranhar, destruir)

  • chegada de bebê

  • mudança de residência

  • viagens e férias

  • adoções por impulso

Ou seja, o problema começa antes da adoção na decisão mal informada.

O papel da educação na prevenção

Resgatar animais é importante, mas não resolve a origem do problema.
Sem educação, cada adoção vira apenas reposição do abandono anterior.

Por isso surgem iniciativas educativas como o livro Meu filho de quatro patas, disponível na Amazon e no Google Livros.

A proposta não é sensibilizar é preparar.

O conteúdo orienta o futuro tutor a entender:

  • quanto custa manter um animal ao longo da vida

  • diferenças comportamentais entre cães e gatos

  • rotina necessária diária

  • adaptação em apartamentos

  • envelhecimento do animal

  • responsabilidade legal do tutor

A informação reduz drasticamente devoluções e abandonos futuros.

Verdades e mentiras sobre adoção

Mentiras comuns

“Se não der certo, é só doar de novo”
Isso gera ciclo de estresse e aumenta risco de abandono definitivo.

“Animal se acostuma com qualquer lugar”
Mudanças constantes causam traumas comportamentais.

“Filhote é mais fácil”
Filhotes são justamente os que mais exigem tempo, educação e gasto.

“ONG sempre pode receber de volta”
Abrigos não substituem responsabilidade do tutor.

Verdades pouco faladas

O abandono geralmente é planejado semanas antes
Os sinais aparecem: irritação, reclamações, tentativa de doação.

A maioria dos animais abandonados já teve casa

O problema principal não é falta de amor — é falta de preparo

Como funciona o trabalho real de proteção animal

Projetos sérios não atuam apenas recolhendo animais.

Eles trabalham em três frentes:

1. Prevenção

Orientação antes da adoção
Avaliação de perfil do tutor
Educação contínua

2. Intervenção

Resgates documentados
Tratamento veterinário
Reabilitação comportamental

3. Responsabilização

Denúncias
Acompanhamento de casos
Mediação entre comunidade e órgãos públicos

Sem essa estrutura, o abandono vira um ciclo infinito.

O que ainda falta nas leis

Apesar do avanço jurídico, existem falhas estruturais:

  • fiscalização insuficiente

  • poucos agentes treinados

  • falta de cadastro nacional de tutores

  • ausência de políticas permanentes de castração

  • dificuldade em aplicar multas

Ou seja, a lei pune, mas ainda previne pouco.

A importância da adoção responsável

Adotar é assumir um compromisso de até 20 anos.

Antes de adotar, a pessoa precisa avaliar:

  • renda estável para veterinário

  • tempo diário disponível

  • ambiente adequado

  • concordância de toda família

  • planejamento para viagens e mudanças

A pergunta correta não é:
“Quero um animal?”
Mas sim:
“Consigo cuidar por toda a vida dele?”

Responsabilidade coletiva

O abandono não é responsabilidade apenas do tutor.

Sociedade

Não incentivar compra por impulso
Denunciar maus-tratos
Educar crianças desde cedo

Poder público

Castração gratuita contínua
Educação nas escolas
Fiscalização ativa

Comércio

Venda responsável
Rastreabilidade de origem
Proibição de comércio irregular

Sem integração, a lei vira apenas punição posterior.

A melhor solução: prevenção estruturada

A única forma comprovadamente eficaz de reduzir abandono é:

  1. educação obrigatória antes da adoção

  2. castração acessível

  3. registro do tutor

  4. responsabilização real

  5. acompanhamento pós-adoção

Resgatar salva vidas individuais.
Educar salva gerações inteiras.

Importante

Sim, abandonar animais é crime.
Mas mais importante que punir é evitar que aconteça.

A transformação ocorre quando a sociedade entende que ter um animal não é um direito é uma responsabilidade legal e ética de longo prazo.

Quanto mais informação chega antes da adoção, menos animais precisarão ser resgatados depois.

Combater o abandono começa com uma pergunta simples:
estamos preparados para cuidar ou apenas queremos ter?


Canal de acessórios Monika Silva

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Registro de animais de estimação

Publicado por Monika pet
Conteúdo dedicado à consciência, animais e compaixão por todas as formas de vida.

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