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Dermatite em Pets: Como o Calor Afeta a Pele do Seu Cão

Alerta de Verão: Por que o calor pode ser o maior inimigo da pele do seu pet? Com as temperaturas a subir, a nossa preocupação costuma focar-se na hidratação e no passeio em horários frescos. Mas sabia que o calor e a humidade são a combinação "perfeita" para o aparecimento de doenças de pele? Recentemente, especialistas alertaram para o aumento significativo de casos de dermatite em cães e gatos durante os meses mais quentes. Segundo a veterinária Carla Perissé, especialista em dermatologia, o ambiente quente e húmido favorece a proliferação de microrganismos que atacam a saúde cutânea dos nossos melhores amigos. Os Vilões do Verão Não é apenas o sol forte que incomoda. A junção do calor com a humidade cria o cenário ideal para: Sarnas e Micoses: Fungos e ácaros reproduzem-se mais rapidamente. DAPP (Dermatite Alérgica à Picada de Pulga): O calor acelera o ciclo de vida das pulgas, aumentando o risco de picadas e reações alérgicas severas. Proliferação Bacteriana: O suor ...

Quando eles ficam velhinhos? Entendendo a velhice em Cães



No mundo dos nossos queridos amigos de quatro patas, a questão da longevidade e envelhecimento é um tópico de crescente interesse, tanto para tutores quanto para profissionais da medicina veterinária. Um estudo recente realizado na Inglaterra trouxe à tona dados fascinantes sobre quando exatamente podemos considerar nossos cães como "idosos".

Segundo este estudo, que avaliou seis raças diferentes, a idade em que um cão é considerado idoso é, em média, 12,5 anos. Este marco temporal, entretanto, pode variar consideravelmente dependendo da raça, do tamanho do cão e de outros fatores genéticos e ambientais. 
Cães de raças pequenas tendem a viver mais do que os de raças grandes, o que também pode influenciar a percepção e o manejo da velhice canina.

Mas, o que significa realmente quando dizemos que um cão está envelhecendo? A velhice em cães não é apenas sobre o número de velas no bolo de aniversário; trata-se de uma série de mudanças físicas e comportamentais. O estudo destacou alguns dos problemas de saúde mais comuns nessa fase:

Problemas Relacionados ao Peso: Cerca de 35% dos cães idosos enfrentam desafios de obesidade ou perda de peso, o que pode complicar outras condições de saúde.

Problemas Musculoesqueléticos: Aproximadamente 33,4% dos cães examinados apresentaram condições como artrite, que afeta significativamente a mobilidade e o bem-estar.

Problemas Dentários: 
Com o avançar da idade, a saúde oral pode deteriorar, levando a dores, dificuldades para comer e infecções.

Problemas Dermatológicos: 
A pele e o pelo também sofrem com a idade, podendo resultar em infecções, alergias ou simplesmente perda de elasticidade e brilho.

Problemas no Sistema Digestivo: A digestão pode se tornar menos eficiente, levando a problemas como constipação, diarreia ou sensibilidade alimentar.

Esses dados nos ajudam a entender melhor como cuidar dos nossos amigos caninos em suas fases mais delicadas. 
A atenção à nutrição, exercícios adequados, cuidados veterinários regulares e, acima de tudo, amor e paciência são fundamentais para garantir que a velhice dos nossos cães seja tão confortável e feliz quanto possível.

Portanto, ao ver seu cão começar a mostrar sinais de envelhecimento, lembre-se que este é um momento para aumentar o cuidado, adaptar a rotina e, talvez, desacelerar um pouco o ritmo da vida juntos, mas nunca o amor e a dedicação. Envelhecer com seu cão pode ser uma jornada de aprendizado e fortalecimento do vínculo entre vocês.


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