Manifesto Vegano: Por Uma Ética que Inclui Todas as Vidas Não foi apenas um boi correndo pelas ruas. Foi um corpo tentando sobreviver. Foi o instinto gritando mais alto que o sistema. Quando um animal foge a caminho do abate, ele expõe uma verdade que muitos preferem não enxergar: ninguém quer morrer . Nenhum ser senciente aceita a violência de forma passiva. O medo, a dor e o desejo de viver não são exclusivos da espécie humana. O veganismo nasce dessa constatação simples e incontestável: explorar animais não é necessidade, é escolha . Animais não são produtos Chamam de “cadeia produtiva”, “mercadoria”, “abate humanizado”. Nós chamamos de exploração. A linguagem suaviza, mas não elimina a realidade: vidas são reduzidas a números, peso e lucro. O boi que correu não era um acidente. Ele é a consequência direta de um sistema que transforma indivíduos em coisas e normaliza a violência desde que ela seja lucrativa e legalizada. A violência invisível também é violência A maioria dos animai...
Por que o islamismo ama gatos? História, cultura e curiosidades Os gatos ocupam um lugar especial na história e na cultura islâmica, inspirando respeito e carinho entre muçulmanos ao longo dos séculos. Essa relação vai além de simples admiração por um animal doméstico; ela está profundamente enraizada em tradições religiosas, histórias sobre o Profeta Maomé e práticas culturais. Vamos explorar os detalhes desse amor, desmistificando mitos e revelando a verdade. A História e o Islamismo: O Gato e o Profeta Maomé Uma das razões principais para o respeito aos gatos no Islamismo remonta ao Profeta Maomé. Há diversos relatos que ilustram seu carinho por esses animais. Uma das histórias mais conhecidas conta que Maomé tinha uma gata chamada Muezza . Segundo a tradição, Maomé certa vez preferiu cortar parte de sua própria roupa para não incomodar Muezza, que dormia sobre ela. Ele também ensinava que cuidar bem dos animais era um ato de fé. Um hadith (ditado atribuído ao Pro...