Manifesto Vegano: Por Uma Ética que Inclui Todas as Vidas Não foi apenas um boi correndo pelas ruas. Foi um corpo tentando sobreviver. Foi o instinto gritando mais alto que o sistema. Quando um animal foge a caminho do abate, ele expõe uma verdade que muitos preferem não enxergar: ninguém quer morrer . Nenhum ser senciente aceita a violência de forma passiva. O medo, a dor e o desejo de viver não são exclusivos da espécie humana. O veganismo nasce dessa constatação simples e incontestável: explorar animais não é necessidade, é escolha . Animais não são produtos Chamam de “cadeia produtiva”, “mercadoria”, “abate humanizado”. Nós chamamos de exploração. A linguagem suaviza, mas não elimina a realidade: vidas são reduzidas a números, peso e lucro. O boi que correu não era um acidente. Ele é a consequência direta de um sistema que transforma indivíduos em coisas e normaliza a violência desde que ela seja lucrativa e legalizada. A violência invisível também é violência A maioria dos animai...
Em um tempo muito antes das cidades, das tecnologias e das vidas modernas, vagava um predador magnífico, caçando em matilhas e dominando vastos territórios selvagens. Este predador era o lobo, um dos animais mais temidos e respeitados pelo homem primitivo.
Mas em algum ponto dessa história antiga, algo extraordinário começou a acontecer. Homens e lobos, dois dos maiores caçadores do mundo, formaram uma aliança improvável. Este pacto selou o destino de ambos, moldando não apenas a evolução dos lobos, mas também a trajetória da humanidade.
Monika Silva
Ativista, jornalista, especialista em animais domésticos, palestrante e idealizadora do Projeto Uivos e Miados
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Nosso Ebook "Meu Filho de Quatro Patas"

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