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Dermatite em Pets: Como o Calor Afeta a Pele do Seu Cão

Alerta de Verão: Por que o calor pode ser o maior inimigo da pele do seu pet? Com as temperaturas a subir, a nossa preocupação costuma focar-se na hidratação e no passeio em horários frescos. Mas sabia que o calor e a humidade são a combinação "perfeita" para o aparecimento de doenças de pele? Recentemente, especialistas alertaram para o aumento significativo de casos de dermatite em cães e gatos durante os meses mais quentes. Segundo a veterinária Carla Perissé, especialista em dermatologia, o ambiente quente e húmido favorece a proliferação de microrganismos que atacam a saúde cutânea dos nossos melhores amigos. Os Vilões do Verão Não é apenas o sol forte que incomoda. A junção do calor com a humidade cria o cenário ideal para: Sarnas e Micoses: Fungos e ácaros reproduzem-se mais rapidamente. DAPP (Dermatite Alérgica à Picada de Pulga): O calor acelera o ciclo de vida das pulgas, aumentando o risco de picadas e reações alérgicas severas. Proliferação Bacteriana: O suor ...

Dicas para dar remédio para cães





Disfarce o remédio

 

Uma boa opção é lambuzar um petisco com o remédio ou misturá-lo à comida pastosa (em pequena quantidade) e oferecer ao pet. 

A ideia é que o cão pense que é só uma guloseima e coma normalmente, ingerindo o remédio sem perceber. Se precisar diluir em água, que seja uma quantidade pequena, para garantir que o animal consumirá tudo.

No entanto esse caminho nem sempre é válido. Evite se o medicamento for muito amargo ou azedo, como é o caso da dipirona, por exemplo, porque o pet pode associar o petisco com o gosto ruim e parar de consumi-lo. E, se a dosagem for muito grande, fica inviável utilizar essa técnica.

 Mas atenção! Antes de tentar essa estratégia, consulte o veterinário para saber se a eficácia do medicamento é comprometida ao misturá-lo com a comida.

 

Use uma seringa

 O mais comum é apostar em uma seringa para administrar o remédio. Ela não pode ser muito grande, para não machucar o pet, nem muito pequena, para que o processo não demore demais.

Não é necessário abrir a boca do cão. Em vez disso, posicione a seringa na lateral da boca, bem no fundo, onde há uma pequena abertura. Assim, o medicamento não entrará em contato com a maior parte da língua do animal, e, se o gosto for ruim, o incômodo será mínimo.

Libere o líquido numa velocidade média, parecida com a que o cão bebe água, para evitar que ele engasgue

 

 Evite gotas

Dificilmente um cão ficará parado esperando o tutor pingar todas as gotas do remédio. O provável é que ele tente se desvencilhar ou dificulte muito o processo. Por isso, o ideal é seguir os passos 2 ou 3.

 

Recompense o pet!

Depois do procedimento, recompense com petiscos e carinho, para que ele associe o desconforto com um momento feliz, tornando as próximas vezes mais fáceis.

E lembre-se: a compensação precisa ser proporcional ao incômodo. Por isso tratamentos mais longos ou mais desconfortáveis precisam de prêmios mais valiosos para o pet.

 

Prepare o cão desde cedo

 O ideal é que o cachorro já esteja acostumado desde filhote a processos parecidos com a administração do remédio. Uma técnica interessante é posicionar uma seringa parada próximo ao pet, e, quando ele colocar a boca, recompensá-lo.

Aumente gradativamente o tempo de contato entre a boca e a seringa e, depois, encha o utensílio com água, para simular o remédio. Dessa forma, quando precisar ser medicado, o bicho ficará mais tranquilo, porque a situação não será novidade.

 

Nunca use força

Não há necessidade de ser bruto ou de abrir a boca do animal para medicá-lo. Usar força só tornará o processo mais difícil nas próximas vezes.

 

Atenção à dosagem

Sempre pergunte ao veterinário o que fazer no caso de o animal vomitar ou cuspir o remédio. E nunca aumente a dosagem por garantia, exceto se o veterinário tiver liberado.

 

Converse com o veterinário

Quem prescreveu o remédio saberá se ele pode ser diluído ou misturado à comida, se pode ser administrado com outro medicamento na mesma seringa, para diminuir as manipulações, e orientar sobre o que fazer caso o animal vomite ou cuspa o remédio.

Além disso, o profissional poderá indicar técnicas para a administração do medicamento, ou, ainda, sugerir outros formatos, como géis, pastinhas ou cremes.

 

 Fonte:vidadebicho

 

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