Manifesto Vegano: Por Uma Ética que Inclui Todas as Vidas Não foi apenas um boi correndo pelas ruas. Foi um corpo tentando sobreviver. Foi o instinto gritando mais alto que o sistema. Quando um animal foge a caminho do abate, ele expõe uma verdade que muitos preferem não enxergar: ninguém quer morrer . Nenhum ser senciente aceita a violência de forma passiva. O medo, a dor e o desejo de viver não são exclusivos da espécie humana. O veganismo nasce dessa constatação simples e incontestável: explorar animais não é necessidade, é escolha . Animais não são produtos Chamam de “cadeia produtiva”, “mercadoria”, “abate humanizado”. Nós chamamos de exploração. A linguagem suaviza, mas não elimina a realidade: vidas são reduzidas a números, peso e lucro. O boi que correu não era um acidente. Ele é a consequência direta de um sistema que transforma indivíduos em coisas e normaliza a violência desde que ela seja lucrativa e legalizada. A violência invisível também é violência A maioria dos animai...
Disfarce o remédio Uma boa opção é lambuzar um petisco com o remédio ou misturá-lo à comida pastosa (em pequena quantidade) e oferecer ao pet. A ideia é que o cão pense que é só uma guloseima e coma normalmente, ingerindo o remédio sem perceber. Se precisar diluir em água, que seja uma quantidade pequena, para garantir que o animal consumirá tudo. No entanto esse caminho nem sempre é válido. Evite se o medicamento for muito amargo ou azedo, como é o caso da dipirona, por exemplo, porque o pet pode associar o petisco com o gosto ruim e parar de consumi-lo. E, se a dosagem for muito grande, fica inviável utilizar essa técnica. Mas atenção! Antes de tentar essa estratégia, consulte o veterinário para saber se a eficácia do medicamento é comprometida ao misturá-lo com a comida. Use uma seringa O mais comum é apostar em uma seringa para administrar o remédio. Ela não pode ser muito grande, para não machucar o pet, nem muito pequena, para q...