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Por Uma Ética que Inclui Todas as Vidas

Manifesto Vegano: Por Uma Ética que Inclui Todas as Vidas Não foi apenas um boi correndo pelas ruas. Foi um corpo tentando sobreviver. Foi o instinto gritando mais alto que o sistema. Quando um animal foge a caminho do abate, ele expõe uma verdade que muitos preferem não enxergar: ninguém quer morrer . Nenhum ser senciente aceita a violência de forma passiva. O medo, a dor e o desejo de viver não são exclusivos da espécie humana. O veganismo nasce dessa constatação simples e incontestável: explorar animais não é necessidade, é escolha . Animais não são produtos Chamam de “cadeia produtiva”, “mercadoria”, “abate humanizado”. Nós chamamos de exploração. A linguagem suaviza, mas não elimina a realidade: vidas são reduzidas a números, peso e lucro. O boi que correu não era um acidente. Ele é a consequência direta de um sistema que transforma indivíduos em coisas e normaliza a violência desde que ela seja lucrativa e legalizada. A violência invisível também é violência A maioria dos animai...

Bezerra acolhida por família no Reino Unido se comporta como cachorro

 A interação entre humanos e outras espécies de animais cria diversos tipos de narrativas: curiosas, engraçadas, estranhas ou fofas. Um exemplo deste último caso é a história da bezerra Honey. Aos onze meses de idade, ela passa seus dias vendo televisão e brincando com os seis cachorros em uma casa de família em Cornwood, sudoeste da Inglaterra. E o mais adorável, segundo o patriarca Carolyn Northmore, é que Honey age como se fosse um dos cães.


“Ela é um animal de estimação completo e absoluto. Uma mascote um pouco teimosa em alguns pontos, é verdade. Mas não estou brincando, ela é completamente limpa em casa”, contou Northmore em entrevista ao jornal britânico Daily Mail. O homem trabalha em uma clínica veterinária e relatou que tudo começou com o nascimento da bezerra no final do rigoroso inverno de 2020.

A novilha, que é uma mistura entre um touro Charolês e uma vaca Dexter, nasceu doente após uma cesariana difícil e foi acolhida pela filha de Northmore, a adolescente Molly de 18 anos. “Ela veio para dentro de casa porque estava muito frio para ficar ao ar livre em março. Essa é uma daquelas coincidências realmente felizes”, comentou o patriarca.

No início, eles temiam pelo futuro da mascote. “Honey e eu temos uma ligação especial. Quando ela nasceu, era tão pequena e nós ficamos preocupados que pudesse não sobreviver. Durante a primeira semana, não lhe demos nome porque estávamos preocupados com a possibilidade de ela morrer. Mas agora ela está bem e se tornou um membro da família”, celebra Molly.

O pai também se recordou da aparência frágil da filhote. “Ela não era muito maior do que uma Terrier. Era minúscula”, enfatiza. Segundo ele, o cruzamento entre as duas raças "deu um pouco errado" e, por isso, a pequena estava debilitada. Mas a mascote teve a sorte de encontrar alguém que lutasse por ela. “Molly a colocou sob suas asas, cuidou dela”, lembra o fazendeiro.

A novilha até dorme na cama dos cães e brinca com os outros animais da família no jardim, um gato e uma cabra. “Nossa casa é uma fazenda que não deu muito certo”, brincou Northmore em entrevista ao jornal britânico Metro. E complementou: “Molly tem um amor natural por ela e não deu a Honey a chance de morrer”.


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